blog · Diário de dieta · Whole30

Diário Whole30 – Dia 01/30

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Filament.io 0 Flares ×

Diário Whole30 – Parte 1

Ontem foi o meu primeiro dia no Whole30 e esse é o meu diário de dieta. Estava tão animada que o programa, que era para começar na segunda-feira, acabou começando no domingo mesmo. Na sexta-feira eu já tinha ido às compras, montado o cardápio e começado a preparar os pratos para a semana seguinte.

A despedida

Montei um grupo no Whatsapp com mais 5 amigos e estávamos todos já no clima da fome extrema. Começamos, um a um, a nos despedir dos nossos pratos favoritos como se o mundo fosse acabar no dia em que o Whole30 começasse. Eu, que sigo a paleo há uns dois anos, comi tudo o que não comia há seculos. Minha “despedida” foi um prato de macarrão com salsicha, meu preferido. Em suma, comi feito um pônei! Resultado: passei mal, lógico. Todo o glúten e lactose que não visitavam meu corpo há tanto tempo fizeram a festa no último final de semana. Acordei no sábado como se tivesse de ressaca, das brabas. Hoje, segunda-feira, me sinto resfriada. Tenho certeza que foi devido ao oba-oba do fim de semana, sem limites.

O começo

O domingo começou e, como num passe de mágicas, eu entrei no ‘Whole30 mode’. A animação era tanta que dormi mal a noite, apenas 4 horas. Acordei e coloquei meu café da manhã, almoço e jantar na marmiteira e segui feliz para o trabalho (sim, eu trabalho domingo!).

Eu estou muito acostumada a fazer jejum intermitente. Por isso, é raro eu sentir fome de manhã. Resolvi pular essa refeição e tomar meu café da manhã no horário do almoço. Tentei me basear no cardápio que eu havia montado, mas houveram algumas alterações.

Chegando no trabalho, tomei 2 xícaras de café puro. Avisei que estava fazendo o Whole30 mas, mesmo assim, toda hora vinham me oferecer algo não permitido.

As 11 da manhã, meu estomago roncava loucamente, me avisando que era hora de tomar o café. Comi o que tinha planejado para o almoço: pimentão recheado com purê de batata doce laranja, uma goiaba e algumas amêndoas.

Almoço Whole30
Parte do meu almoço – dia 1 – Whole30

Poucas horas depois, eu já estava com fome de novo. Um mau humor fenomenal tomou conta de mim e eu era capaz de bufar a cada clique que dava no mouse, irritada com o trabalho. Não conseguia me concentrar. Tive o famoso Brain Fog. Uma leve dor de cabeça, que não chegou a me incomodar, veio fazer companhia ao meu mau humor. Me senti teletransportada ao passado, nos dias obscuros de Keto Flu

O (quase) crime

As 14:00 algum infeliz trouxe bolo. De chocolate. Com ganache. Quis esganar aquele sujeito e todos os outros que vieram com um pratinho pra cima de mim, me oferecendo aquela maravilha proibida. Fui forte. Me imaginei linda de novo no meu vestido muso que usarei em dezembro. Não quero parecer um provolone, apertada dentro dele. Quero poder dançar e, principalmente, sentar sem explodir meu vestido. Essa é minha meta e é nela que vou me focar toda vez que bolos de chocolate aparecerem no meu caminho.

O fim da tarde veio e a fome absurda só aumentava. Dei um ‘Salve’ quando vi o relógio bater 17:00. Tinha planejado comer de novo nessa hora, já que eu iria para a academia às 19:00. Comi um bowl com sopa de abóbora e, por cima, sementes de abóbora (cheias de magnésio, já antecedendo o fato de que eu ia acordar dolorida hoje). Comi também uvas e mais amêndoas. Queria ter levado frango, mas acabei esquecendo. A sopa me segurou até meia noite (cenas do próximo capitulo!).

A tortura

Chegando na academia, me encontrei às 19:00 em ponto com a personal que havia marcado comigo. Ela tentou me matar. Eu juro que tentou! Tentei chamar por socorro mas a unica pessoa que entrou na sala com a gente incentivou o trabalho da personal e mandou ela tirar meu couro. Meu mau humor bateu recordes. Acabada a sessão de tortura, não conseguia me mexer e estacionei, por uns 25 minutos, em uma poltroninha no lobby da academia. Só o Carvalhão me tiraria dali!

Uma amiga, por Whatsapp, me convenceu de que eu não poderia dormir na poltroninha e tinha que ir pra casa. Tirei forças sabe-se lá de onde e me arrastei até o ponto de ônibus. A ‘Jênia” aqui se matriculou em uma academia em outra cidade, perto do trabalho.

Cheguando em casa, tomei um banho gelado. Dizem que é bom para evitar que a dor muscular apareça no dia seguinte. Não acreditem no que “dizem”. Passei o dia hoje andando feito uma pata choca!

A meia noite, minha barriga ronca para me avisar que é hora da terceira refeição do dia. Desci na cozinha e comi atum, avocado, uma cenoura, o resto da sopa de abóbora e um caqui. Me espatifo na cama e durmo feito pedra até o dia seguinte…

 

TO BE CONTINUED….

 

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Filament.io 0 Flares ×

Deixe uma resposta